Central Park



 
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 Central Park

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Revolution Witch
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MensagemAssunto: Central Park   Central Park I_icon_minitimeTer Nov 01, 2011 5:34 pm



~ Central Park ~

O Central Park (em português: Parque Central) é um grande parque (com 341 hectares) dentro da cidade estadunidense de Nova Iorque, no estado de mesmo nome. Possui uma área de 3,4 km², e está localizado no distrito de Manhattan. O parque, que existe há 150 anos, é considerado, por muitos nova-iorquinos, um oásis dentro da grande floresta de arranha-céus existente na região. É um lugar onde as pessoas podem diminuir o ritmo frenético de Nova Iorque: as pessoas podem sentar em um banco e ler o jornal, conversar com os amigos, jogar, andar de bicicleta ou brincar com as crianças.



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Sebastian Z. McGrunnin
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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeDom Jan 15, 2012 2:31 pm



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As nuvens cinzentas percorriam Nova York de uma ponta à outra, enquanto se demonstravam muito piores do que aparentavam ser. Um noviorquino gosta sempre de passar um pouco, porém a chuva vinha em breves instantes. As férias de Hogwarts eram cada vez mais monótonas. Tiravam-nos as varinhas para não fazer-mos quaisquer feitiços, deixavam-nos no "nosso mundo trouxa" com a minha mãe. E ainda faziam com que o tempo parasse. Por alguma razão parecia que Hogwarts nunca mais começava, ou pior, não ia começar. Tinha que sair daquele apartamento minúsculo onde morava com a minha mãe. Decidi desanuviar as ideias. Vesti o casaco, juntamente com o cachecol azul escuro e saí à rua. O frio de Janeiro era rápido ao passar por nós, congelando-nos os ossos assim que sentíamos uma simples rajada de vento.

O Central Park aparecia sobre algumas grades de ferro, com as suas copas de árvores, umas despidas e outras não, enquanto se ouviam gritos felizes de crianças trouxas a brincarem. O parque estava quase vazio. Uma mulher a dar comida aos pombos. Alguns atletas a correrem e como eu disse, as crianças e as suas respectivas amas. Os meus passos destruíam a terra, enquanto me preparava para me sentar num banco. O primeiro a aparecer-me livre fora um banco de pedra frio, parecendo que trazia a chuva com ele. Não me importei. Inclinei-me para trás e sentei-me sem cerimónias, enquanto observava a relva e os seus ultmos minutos de cor.


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Ivyenne Lannister
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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeDom Jan 15, 2012 3:00 pm

Bruta, ciega, sordomuda


- - - - - - - TORPE, TRASTE,TESTARUDA

Es todo lo que he sido, por ti me he convertido.En una cosa que no hace otra cosa más que amarte.Pienso en ti día y noche y no sé como olvidarte.
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-Cheio, lotado, apinhado de trouxas. - Eu ri ao ouvir o meu pai falar quando descíamos do avião para pegar nossas malas e ir ao encontro dos tios da mamãe. Passaríamso duas semanas de janeiro na américa, com a família trouxa da minha avó materna. Só ouvia meu pai reclamar, ele odiava aviões, preferia muito mais aparatar, mas como eu estava junto aquilo se tornou quase impossível. Utilizar uma chave de portal era uma possibilidade mais remota ainda, já que dois anos antes tinhamos provocado uma tragédia imensa caindo na megaloja da Victória Secret's e destruindo três prateleiras de cremes e lingeries. Eu sorri ao me lembrar daquele episódio e enfiei uns feijõezinhos de todos os sabores na boca, eles estavam camuflados em um pote de bolachinhas, não queríamos chamar atenção. Para mim era fácil, muito mais que fácil, molezinha. Para mamãe também, mal ou bem ela sempre aderiu ao estilo trouxa. Mas o meu pai, vivia trabalhado nas capas, chapéus cocos ou pontudos, era sinistro vê-lo tentar uma combinação trouxa-fashion e ele acabou parecendo uma árvore de natal. Sorte que os novaiorquinos estavam acostumados à bizarrices, ufa. Logo que paramos na esteira, nossas malas se apinharam na saída de malas e chegaram até nós. Vi minha mãe dar um beliscão no braço do seu marido e deduzi que aquilo era culpa dele. Saímos pela porta frontal do aeroporto e lá estavam nossos tios e familiares, mamãe sorriu e acenou. Papai esboçou um sorriso que se transformou numa careta e eu simplesmente dei um tchauzinho. Eles levaram nossas bagagens até o carro e se demoraram com meus pais num longo blablabla sem sentido. Finalmente chegamos ao hotel que ficavamos sempre, ou seja, nas 3 vezes que viemos, nos alojamos lá. Era amplo e confortável, 5 estrelas, já que nossos tios não podiam nos abrigar na casa deles porque tinha sei lá quatos filhos e o dobro de netos, nos pagavam o melhor hotel que conheciam, e é claro que não nos opunhamos a isso. Fui a primeira a saltar do taxi e dar um rápido tchau aos meus tios. Sentei-me enquanto meus pais se dirigiam ao balcão para fazer o check-in.

Quando estavamos todos alojados, eu fiquei com uma suíte enorme com tudo que tinha-se direito. Televisão, hidromassagem e essas coisas que fazem os trouxas pirarem. Sorri condescendente com aquela forma tosca de gente e fui até o banheiro, liguei o chuveiro e me despi. Entrei no banho, queria tirar todo o peso da viagem e o suor e o cansaço também. Quando terminei, me enrolei num robe e sentei no parapeito de uma das enormes janelas da minha suíte e reparei na vista, New York era uma cidade de pedra, uma selva de pedra, mas tinha um charme. Deve ser por isso que os trouxas eram doidos por esse lugar, mas eu definitivamente amava a Inglaterra, não havia nada mais bonito. Desviei o meu olhar dos prédios um pouco para esquerda e vi uma grande mata verde. Sorri e me pus de pé, vesti um jeans, uma camiseta. Sequei e prendi o cabelo num rabo de cavalo, coloquei um óculos escuros, e um casaco que segurei nas mãos. Sorri ao me olhar no espelho e tirei uma sapatailha da mala, ajeitei um cinto na cintura e desci. Na recepção apenas avisei:


-Avise ao casal Lannister, suíte 709 que a Srta. Ivyenne saiu, diga que fui ao central park. - Sorri para ele e deixei minha chave em cima do balcão. Andei poucos quarteirões até chegar ao parque, as ruas estavam apinhadas de gene como sempre. Tinha de tudo em Nova Iorque, sério... e uma das coisas que eu gostava era cachorro-quente. Logo que cheguei ao central park, segurava um nas mãos e quando estava indo dar a primeira dentada enquanto caminhava pelo local, TROMBA, bati de frente com alguém, o moloh do hotdog foi todo na camisa do menino, enquanto minhas bochechas entravam em tom escarlate. Engoli a seco e tirei um lenço de dentro do bolso:

-Ai, me desculpe, eu... posso limpar? - Ri para ele, nervosa e sacudindo o lencinho no ar, esbocei um sorriso sem graça e murmurei- ah, se eu tivesse minha varinh...-Me toquei da besteira que ia completar a falar e rezei para que ele não tivesse ouvido, como ia explicar isso para um trouxa? Ri e falei mais uma vez:

-Perdão, desculpe-me.
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Sebastian Z. McGrunnin
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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeDom Jan 15, 2012 3:50 pm



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As nuvens continuavam extensas no ar e, por mera sorte, não haviam deitado um único pingo de chuva. Por certo que isto iria acontecer mais tarde ou mais cedo. O Sol havia-se escondido por completo, deixando com que o Central Park se transforma-se num local um tanto sinistro. Felizmente, a alegria daquele local nunca o deixava, de certa forma, cinzento. Ouviam-se os aviões a voar de uma ponta à outra, onde certamente turistas, homens de negócios trouxas e os demais passageiros estariam sentados à espera de um cocktail ou até mesmo de um simples café expresso. Eu, pelo contrário dessas pessoas, preferia andar de comboio e metro. Devia de ser graças à minha personalidade e ter sangue bruxo misturado com o sangue que a minha mãe me oferecera. Nunca desprezava o facto de ser Mestiço, mesmo para mim era uma honra. Um garoto calado e nunca falava com muitas pessoas ao mesmo tempo não tinha muito que desprezar. Uma bola encarnada acertou-me na barriga. Uma dor simples acabava de atacar a zona abdominal, mostrando-se fortemente sobre a minha mente. Por sorte ainda existiam pessoas educadas. Uma mulher ruiva, de mão dada com uma criança de cabelo loiro andavam aceleradamente até o meu encontro. Pelas mesmas razões da "bola voadora", a ama do rapaz pediu mil vezes desculpas, como tivesse cometido algum crime ao dar uma bola a uma simples criança trouxa.

- Ah, não têm mal nenhum. Acontece. Toma rapaz, diverte-te.

Digo, enquanto levantava-me do banco e entregava a bola ao garoto. O rapaz parecia ter apreciado o meu gesto que ao pegar na bola soltou um grunhido parecido a: "Obrriiigato" e saiu a correr para o grupo de pessoas que atiravam bolas idênticas ao ar. A ama agradeceu depois de mais um pedido de desculpas. Observo-os ao longe. Tinha saudades daqueles tempos simples em que era apenas uma criança. Enfio as mãos nos bolsos começando a andar pelo Central Park. Pombos voavam em "V" na direção do Sul, enquanto outros animais, como esquilos e corvos, aproveitavam os últimos raios de sol, que nem se notavam, para encontrarem alguma comida. Sem dúvida que Nova York era a minha cidade. Porém nem todos os dias temos a sorte de não levarmos com uma bola na barriga e de seguida com um cachorro-quente no mesmo sitio. Olhei com uma cara de admirado até olha-la frente a frente. Uma miúda loira, que me parecia bastante familiar. Deveria ser ela... Aquela garota de Hogwarts que eu tinha encontrado na biblioteca. As minhas expectativas haviam sido confirmadas assim que ela começou a palavra Varinha.

- Não há mal nenhum... Eu nem gosto muito deste casaco. Desculpe-me mas como se chama?

Perguntei, rezando que fosse quem eu pensava que era. Estava mais preocupado com essas coisas do que com o meu casaco, que agora estava com uma mancha completamente vermelha na barriga, parecendo que estava a sangrar do mesmo local. Fico no mesmo sitio, enquanto o vento passa por nós. Não havia muito a dizer.


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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeSeg Jan 16, 2012 10:37 am

Sério, não tinha como se azer séria num momento como aquele, logo depois de ter falado da varinha e quase ter expoxto praquele trouxa o que eu tinha dito era como, não sei... talvez se atirar de um precipício. Ele não pareceu ligar muito, mas eu continuava sacudindo um lenço de pano frenéticamente na frente dele. Com um sorriso triste, eu via o estrago que tinha feito na roupa dele, uma mancha vermelho sangue, que parecia mais que eu o tinha acertado com um faca no abdomen do que eu tivesse trombado e derrubado um cachorro-quente cheio de molho nele.Ele falou que não havia mal nenhum naquela situação... mal nenhum? Eu tinha sujado o casaco dele, ou ele ia ter que andar com o casaco daquele jeito ou teria que tirá-lo, e essa era a pior das hípóteses. O frio começava a aumentar e o vento arrepiava levemente a pele exposta. Mas até que o frio era uma sensação agrádavel, eu tinha um casaco da GAP nas mãos e não queria vesti-lo, quando começou-se a colorir uma ideia na minha cabeça, ele me perguntou o nome. Sorri e respondi:
-Meu nome é Ivyenne, Ivyenne Lannister! - Estendi a mão para um cumprimento como sempre cordial, meus pais haviam me ensinado que não podia se falar com estranhos e coisas assim, mas ele era só um trouxa e eu tinha minha varinha nas vestes caso fosse necessário usá-la. Olhei para o casaco e olhei para o menino, me lembrei de novo da tragédia e estiquei o casaco na direção dele:
-Toma, veste, como desculpa pela sujeira que fiz com o seu!- Sorri, o meu casaco era grande, cinza , o unico problema era que estava colorido com uma cor rosa nas letras que grafavam GAP na estampa, mas aquilo era New York, quem ia ligar para um rapaz com um casaco rosa? Era a coisa menos bizarra que eles podiam ver por lá. Abaixei os olhos e fiquei fitando o meu pé, estava com certa vergonha por ter derrubado comida nele e agora os pombos que voavam há poucos minutos em V, se aglomeravam a nossa volta para comer as migalhas do pão que eu havia deixado cair. Resolvi que era melhor encarar a tragédia, ou seja, a blusa do menino que parecia ter sido atacado por uma serial killer, do que ver os pombos comendo o resto do que fora um delicioso cachorro quente. Esbocei mais uma vez um sorriso tímido, eu não era a mais sociável do mundo....mas eu não trataria mal um menino que eu tinha atacado com um hotdog,não mesmo!
Off: Me desculpa pela medíocridade do post, eu não estava em casa, rs
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Sebastian Z. McGrunnin
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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeSeg Jan 16, 2012 1:08 pm



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Não tardava e o Sol estaria a por-se. Eu deveria, pelo menos, estar naquela coisa a que chamava de casa antes do sol se por. Observei aquele casaco rosa. Algo que eu não iria usar. O nome dela não me era estranho, e apercebia-me que já a conhecia de algum lado. Pouco me importei com esses pequenos detalhes, eu já sabia o que "ela" era. Todos os alunos de Hogwarts deviam ter pelo menos um selo na testa a dizer: "Eu sou feiticeiro" para que essas coisas terminassem de vez. Milhares de pombos rodearam-nos, como se quisessem atacar o Ketchup do meu casaco, enquanto devoravam as migalhas da refeição de Ivyenne. As nuvens estavam a começar a passar, porém o Sol era de tal maneira pouco, que não notava-se diferença nenhuma.

- Acho que não necessito disso...

Digo, enquanto olhava para o casaco. Mais valia tirar o meu. Assim o fiz. Desapertei o fecho dourado do casaco de cabedal castanho e deixe-me ficar. Por baixo do casaco, tinha comigo uma camisa branca. O frio era enorme mas eu habituava-me depressa a tal modos. Era o que dava estar seis meses dentro de uma escola, construida num local onde o frio era habitual. Os trouxas e as suas respectivas amas começavam a sair do Central Park, deixando-o quase deserto. Era uma boa maneira de limpar o casaco com o uso mágico, porém era bem dificil sem a varinha como era evidente. Revirei os olhos e olhei directamente para a garota.

- Desculpe, não disse o meu nome. Sebastian McGrunnin.

Exclamo com um pouco de vergonha. Talvez assim ela soubesse quem eu era e as minhas suspeitas se confirmassem. Não podia perguntar-lhe se era uma bruxa, pois se a resposta fosse não estava metido num sarilho... E dos grandes. ><

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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeSeg Jan 16, 2012 2:24 pm

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Okay, assim era bem mais fácil de ele se livrar da sujeira do casaco. Senti minhas bochechas ruborizarem e quase quis me estapear, mesmo não sabendo o porque daquela atitudezinha. Afastei o olho dele e fixei em uma árvore qualquer, coisa que não faltava no Central Park, ele desabotoou o casaco e por debaixo tinha uma camiseta branca. Branco não é de chamar atenção, é? Não, mas o meu pescoço não resistiu à olhar, primeiro o corpo e eu mesma que me forcei a olhar rapidamente para o rosto dele. Minha bochecha pegava fogo e quase anuviava a mente, mas ao reparar nele notei que não me era estranho, eu já o tinha visto. O Conhecia de algum lugar, ou não, né? Afinal, eu estava numa cidade trouxa e 99,9% por cento eram bruxos e o outro resto morava em Londres. Whatever, sorri e ele olhou para mim. Fechei o sorriso nesse exato momento e ele se desculpou e em seguida falou o seu nome. Eu já estava abnando a mão com aquele gesto de como quem diz:"Não se preocupe". Mas quando ele se apresentou eu me lembrei do nome dele. Ele era um bruxo, um grifino, irc. Ou seja, eu realmente o conhecia, será que era ele mesmo? E se fosse? Nem devia muita atenção à ele mesmo.

-Er, Sebastian...você estuda em Hogwarts?
- Bom, essa era uma pergunta muito mais pratica do que perguntar se ele era um bruxo ou coisa assim. Sorri e reparei nas feições dele, era um rapaz bonito, alto e se assemelhava totalmente com o Grifino do Sétimo ano que atendia pelo nome de Sebastian, eu já ouvira falar dele, mas é claro que eu não o conhecia. Eu? Amiga de grifinos? Nunca né! Mas eu não podia ser grossa e muito menos mal educada, mal ou bem eu tinha despejado o cachorro quente em cima do menino que agora estava ali com a camisa branca todo, todo na minha frente. Desviei de novo o olhar do rosto dele, não sei porque mas minhas bochechas não esfriavam, dei um leve sorriso e reparei nas criançãs e pessoas que iam deixando o parque. Lembrei dos meus pais no hotel, mas eu não queria mesmo ir me arrumar pro jantar e nem queria ir pro jantar também. Será que ele gostaria de ir comigo? Torci o nariz ainda pensativa, mas eu não... não iria convidá-lo, um grifino? Pra sair comigo? Apenas sorri e comecei a pensar em algo que pudesse quebrar o gelo, ou amentá-lo, sabe-se lá.
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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeSeg Jan 16, 2012 3:48 pm



My Hippie Glasses
I really love you, but I do not like saying

O Parque Central de Nova York começava a ficar vazio. As pessoas tinham o seu jantar para fazer e eu a minha mãe para aturar e terminar algumas revisões para Hogwarts. Era assim a vida de um estudante aplicado antes do começo do Ano Lectivo. Como sempre, eu teria que viajar para Londres e ficar no Caldeirão Churrado uma semana completamente sozinho, enquanto ia, a pouco e pouco, comprar as pequenas maravilhas do mundo bruxo no Beco Diagonal. O vento gélido quase que destruía de frio os meus ombros, parecendo com que eu estivesse a tremer de frio nos meus braços. New York apenas ficaria com calor em Março e nesses instantes eu estaria, certamente, dentro de Hogwarts. Ao voltar ainda aproveitava alguns dias de calor mas o frio parecia perseguir-me.

Por alguma razão a fome atingiu-me no estômago. Não comia nada desde a hora de almoço. Nem tinha comido como deve ser portanto estava pior de fome do que pensava. Era melhor ir andando antes que eu morresse no meio das árvores despidas do Central Park. Olhei para baixo fixamente. Não me ajudou muito. Ver pombas a comer um óptimo Hotdog desperdiçado não é, para quem tem fome, o melhor cenário. Tinha que admitir que me apetecia chorar naquele momento. Respirei fundo e voltei o meu olhar para Ivyenne. Aquela indireta de "Você anda em Hogwarts" era a pergunta perfeita para "Você é um bruxo". Revirei os olhos, com alguma felicidade interna, graças Às minhas conclusões não terem sido em vão. Esboço um pequeno sorriso na face, enquanto olho para os seus olhos azuis.

- Irei começar o sétimo ano...

Respondi com alguma fraqueza e com um tom de voz baixo. No exacto momento, milhares de pombas voam para o alto. Essa deveria ser a minha habilidade. Não sabia como mas espantava sempre algum animal quando referia o meu ano de escolaridade. Muitas vezes partia vidros ou fazia-os simplesmente desaparecer. Devia ser do facto de ser um Mestiço-Puro. Mexi os pescoço para o lado direito, dando um pequeno jeito ao cabelo.

- Ivyeene, não é? Está no sétimo suponho...

Digo com firmeza. Tinha-me apercebido e relembrado ao mesmo tempo da sua casa. Slytherin. Uma nata. A maneira como pensava em relação a mim era variável e dinâmica. Praticamente deixava-me à nora em todas as minhas perguntas e só depois respondia. A audácia estava dentro dela. Algumas nuvens voltaram a tapar o Sol, deixando aquele lugar prefeito para uma chuvada. Parecia estar a ouvir os gritos de minha mãe a chamar-me dentro de casa. Não me apetecia ir. Fixo-me apenas nos seus olhos que se tratavam-me por "Mestiço".


Agradecimentos: Jensen G. W. D. Slytherin // Vestindo: Roupas. '-'
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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeQua Jan 18, 2012 11:29 am

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E então? Ele já não estava com a melhor cara que alguém podia ter, batia fraqueza, sei lá. Típico, olhei com aquele olhar de meia tigela pra ele, eu ali... na companhia de um grifino numa cidade genuínamente trouxa, com companhias trouxíssimas. Na verdade as companhias eram mais pombísticas do que trouxas, mas enfim. Sorri para mim mesma, por mais que parecesse o cúmulo da situação, concordo que eu nunca levaria a sério uma pessoa que se encontrasse na mesma situação que eu. Eu já estava começando a me acostumar com a companhia do rapaz e coisa e tal, por mais que ele fosse grifino e eu o olhasse de canto de olho, ele bem que reagia rasoávelmente à minha companhia. Confesso que esbocei um sorriso maior do que o desejado quando ele disse que estava indo para o sétimo ano. Então ele realmente estudava em Hogwarts? ENTÃO EU NÃO ESTAVA SOZINHA EM NY! Respirei fundo, me senti mais normal e menos deslocada, até ver uma mãe arrastar uma criancinha aos berros pelo braço e gritando que estava escuro e que o Central Park ficaria cheio de maus elementos. Ela olhou para mim e Sebastian, eu revirei os olhos e voltei a encará-lo e ele já ia fazendo uma pergunta:

-Ivyenne, não é? Está no sétimo suponho...- Soltei uma risadinha e passei a mão nos cabelos que já não estavam molhados como na hora que deixei o hotel, mas se encontravam muito gelados. Sacudi a cabeça negativamente e acrescentei:

-Não, não... quarto ano, só tenho a cara de velha!
- Soltei um risinho tentando procurar totalmente a comédia das minhas palavras, mas sabe porque não achei? Porque ela simplesmente não existia, que entendiante que eu devia ser. Meu estômago roncou, as pombas que andavam comendo os detroços do meu hotdog levantaram vôo e mais algumas mães, babás, crianças e pessoas de negócio passaram por nós deixando o parque e murmurando coisas. estava escurecendo e eu já estava sem comer há um bom tempo. Olhei para ele e depois para a desertificação do local e permiti-me perguntar:

-Não é perigoso por aqui? Sei lá... essa hora...
- Não que eu fosse uma pessoa medroza, mas como eu ia me defender dos trouxas ali, se eu nem podia usar magia? Continuei encarando Sebastian, mas agora começava a pensar nos meus pais que deviam estar surtando, nos meus tios que deviam estar se perguntando porque eu, uma adolescente normal, não possuía um celular e por fim pensei numa roupa quentinha e num restaurante delicioso para matar a minha fome.

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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitimeQua Fev 01, 2012 10:55 am

Saio dali com Ivy.
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MensagemAssunto: Re: Central Park   Central Park I_icon_minitime

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